O ano de 1968 é conhecido como "O ano que não terminou", e entrou para a história como um ano extremamente movimentado e cheio de acontecimentos importantes, como o assassinato de Martin Luther King e de Robert Kennedy, a Guerra do Vietnã, além de inúmeras manifestações, sobretudo estudantis, contra a Guerra do Vietnã. Em 1969, aconteceram diversos eventos marcantes no mundo, como a primeira viagem tripulada à Lua, a realização do Festival de Woodstock e a criação da ARPANET. Em 1969, o Brasil realizou a terceira eleição presidencial do regime militar, de forma indireta, através de votação no Congresso Nacional. Em outubro, Emílio Garrastazu Médici foi eleito indiretamente como presidente do Brasil. Em novembro, Carlos Marighella, líder da Ação Libertadora Nacional, morreu durante uma emboscada em São Paulo. O país enfrentava um período de repressão política e censura, com limitações às liberdades individuais iniciado em 1964 e iria até os anos 85 com as "Diretas Já". Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, cada um dos 13 presidentes americanos anteriores a este segundo mandato de Trump defendeu, pelo menos da boca para fora, um conjunto de princípios geopolíticos fundamentais. Entre eles, que a própria segurança dos Estados Unidos dependia de proteger a Europa da Rússia, e os países não comunistas da Ásia, da China. Mas se torna muito mais difícil devido à própria personalidade de Trump. Nenhum presidente dos EUA nos tempos modernos, nem sequer Richard Nixon, deixou suas características pessoais influenciarem suas políticas como Trump faz. Trump mudou essa abordagem. Ele diz que está colocando os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar, antes de qualquer outra coisa. Na maioria das vezes, isso se resume à questão de quanto custa para os Estados Unidos proteger a Europa e a Ásia da Rússia e da China, respectivamente.